20 de ago de 2009

Saveiro revelada, Confira as primeiras fotos da nova versão da picape VW























A edição de setembro de Autoesporte chega às bancas amanhã com um teste bastante aguardado: o da nova Saveiro. Pegamos a versão topo de linha, a Trooper 1.6 (com visual aventureiro e altura elevada do solo) e já comparamos com a Strada Adventure na pista e na terra. A VW declara abertamente que quer roubar a liderança do segmento de picapes da Fiat. Hoje, a Fiat Strada sozinha vende mais que as três concorrentes juntas (Saveiro, Chevrolet Montana e Ford Courier).

Além disso, mostramos também a versão cabine simples, a básica (com para-choques sem pintura) e as novidades que a Fiat prepara para a Strada para não perder o primeiro lugar nas vendas. E também detalhes da picape 207, que a Peugeot começa a produzir em novembro, com início de vendas no primeiro trimestre do ano que vem.

Fonte: Auto Esporte

13 de ago de 2009

Novo Idea já circula no centro de Belo Horizonte

























No começo a Fiat parecia fazer questão de esconder o Idea reestilizado, tanto que para conseguir o primeiro flagra foram necessários quase dois meses de tocaia, sendo que o modelo só rodava em estradas. Agora a situação mudou e o fabricante já testa o modelo nas ruas centrais da capital mineira.

Por enquanto as únicas unidades em testes nas ruas são a versão normal, a aventureira ainda não apareceu. O lançamento do modelo reestilizado é previsto somente para 2010, o face lifit foi baseado no Lancia Musa que cedeu os novos faróis e lanternas traseiras.



Fonte/fotos: Autos segredos

Cayenne ganha versão Sport a partir de R$ 249 mil


Cayenne Sport V6 vem equipado com rodas exclusivas de aro 20"


A utilitário-esportivo Porsche Cayenne passa a ter a versão Sport, agora a mais em conta da linha. O carro começa a ser vendido a partir de R$ 249 mil e tem como principais diferenças em relação à versão Premium V6 (R$ 279 mil) o kit Black composto por faróis com “máscara negra”, maçanetas, rack de teto e frisos laterais pintados de preto. Esses detalhes deixam o Cayenne Sport com um visual similar ao do Cayenne GTS, equipado com motor V8.

Entre os itens de série também estão incluídas rodas Sport Design com aro 20, exclusivas dessa nova versão. Por dento há sistema de som CDR30 com conexão integral USB, Bluetooth, iPod e disqueteira frontal (com entradas no próprio painel) para seis discos, além de acabamento de couro idêntico ao do Cayenne Premium. O Sport deverá representar 40% das vendas do modelo no Brasil e vem com motor V6 3.6 de 290 cavalos, potência para acelerar de 0 a 100 km/h em 8,1 segundos e atingir 227 km/h.









Interior vem com acabamento de couro e sistema de som com entradas USB, para iPod e Bluetooth

12 de ago de 2009

Renault Clio Campus ja é 2010, com novos equipamentos













O Renault Clio Campus 2010 é apresentado hoje pela marca francesa, e traz alguns equipamentos a mais. Ele é definido pela Renault como um compacto que entrega bem-estar e conforto ao motorista e passageiros, provando que não é preciso gastar muito para se adquirir um carro que reúna qualidade, praticidade, custo-benefício e um bom acabamento.
O motor do Clio Campus 2010 é um 1.0 16v. Em termos visuais, o popular não muda nada. Ele apenas passa a ter desembaçador traseiro e preparação para som de série. Aqueles que adquirirem o Clio Campus 2010 com ar-condicionado e direção hidráulica também levam apoios de cabeça traseiros, além de lavador e limpador de vidro traseiro.
O Clio Campus 2010 tem preços a partir de 25.090 reais na versão de duas portas e 26.490 reais na versão de quatro portas, apenas pelo sistema de vendas e-commerce. Seus 77 cavalos de potência no álcool consomem um litro a cada 9 quilômetros na cidade, e a média na estrada é de 11,5 km/l.

Renault Logan Up será lançada até o fim do mês













O Renault Logan Up será lançado até o fim do mês. Se trata de uma versão especial que tem CD com MP3 e comando por satélite, maçanetas na cor do veículo, filete cromado no painel, novos tecidos e calotas.
O motor é o 1.0 mesmo. A informação foi publicada no jornal Estado de Minas.

Volkswagen Touareg Hybrid 2011 é flagrada nos Estados Unidos













A Volkswagen já está testando no sudoeste americano a versão 2011 do Touareg Hybrid. Essa nova geração da Touareg promete ser 300 kg mais leve que o modelo atual.
Nas fotos, notamos que a frente deve seguir a nova filosofia imposta através do Golf VI, além de apresentar uma estrutura mais volumosa em relação ao modelo atual, sendo que as novas portas parecem contribuir mais para isso. O estilo deve ser a parte mais trabalhada no desenvolvimento do SUV da VW.

Passar uma imagem mais robusta e moderna deverá ser o principal foco visual, além de contar com muita tecnologia agregada, o que aumenta as vantagens do utilitário sobre alguns de seus concorrentes.
A Nova Touareg 2011 terá opções de motor 3.6 V6 e 4.2 V8, ambos a gasolina. Mas seu forte será a opção diesel (na Europa) e depois a híbrida. Nesta última, um motor 3.0 V6 estará acoplado a um motor elétrico.















Esse novo motor 3.0 será do tipo supercharged e terá injeção direta de combustível, que no caso é a gasolina. O propulsor promete 333 cv e 440 nm, além de contar com a força do motor elétrico de 52 cv e 300 nm!
Fonte: World Car Fans.

Vazou imagem do Land Cruiser Prado reestilizado!

11 de ago de 2009

COMPARATIVO: HYUNDAI AZERA x FORD FUSION














O antagonista natural do novo Ford Fusion V6, que você conheceu recentemente, é o Hyundai Azera. Os dois têm porte semelhante, motor V6, equipamentos em abundância e, o principal, preço de tabela abaixo dos 100 000 reais.

“Com seu quatro-cilindros 2.3, o Fusion se virava como podia para enfrentar o Azera. Agora, com a remodelação da linha 2010, aproveitamos para trazer também nosso V6. A ideia é detonar as vendas do Azera”, diz Antônio Baltar, gerente de marketing da Ford. Mecanicamente, o Fusion é mais complexo: tem câmbio automático/sequencial de seis marchas (cinco no Azera) e tração nas quatro rodas (no concorrente, é dianteira). Antes de seguirmos em frente, é preciso destacar que a diferença do “andar das carruagens” acompanha o visual externo. O Fusion é mais esportivo; o Azera, mais executivo. Não duvide, porém, da capacidade do coreano só porque você está no novo Ford: na aceleração de 0 a 100 km/h, eles ficaram praticamente empatados, com 8,7 s para o primeiro e 8,9 s para o segundo. O equilíbrio manteve- se nas provas de retomada e de nível de ruído. Apenas na hora de parar é que Azera (1 640 kg) e Fusion (1 650 kg) se distanciaram um pouco nos resultados, com ligeira vantagem para o coreano.

Com média de consumo equivalente e dentro das expectativas, Azera e Fusion só diferem em autonomia: na estrada, rodam, respectivamente, 810 e 694 km. Esses 116 km extras – uma viagem de ida e volta entre São Paulo e o seu litoral – são reflexo do maior tanque do coreano: 75 contra 62,5 litros. Bem calibradas, as suspensões dos combatentes também estão sintonizadas com a proposta geral. No Fusion, a sensação de firmeza é ampliada pelos pneus de perfil baixo, enquanto no Azera a “filtragem” das imperfeições do asfalto beira a perfeição. No limite de contorno de curvas, os dois carros são auxiliados por sistemas de controle de tração e estabilidade – no sedã da Ford, a distribuição da tração entre as quatro rodas é perfeitamente sentida pelo motorista.

Ao entrar num carro e no outro, motorista e passageiros são bem tratados. Os dois modelos oferecem ar digital, sistema de som de alta fidelidade, bancos de couro com ajustes elétricos, computador de bordo e mais o pacote “básico” da categoria, com ABS, trio elétrico, rodas de liga leve aro 17. O Fusion estreará em junho, com o preço de 99 900 reais, tendo como único opcional o teto solar elétrico, por 4 000 reais. Como a ideia é partir para cima do Azera, os descontos deverão acontecer já na chegada, afinal o coreano tem preços sugeridos de 85 800 reais (versão de entrada) e 93 900 reais (completa). Na prática, a situação é ainda mais favorável ao Hyundai: em meados de abril, as concessionárias vendiam o Azera a 69 000 e 78 000 reais. Os itens que o tornam ainda mais completo são cortina traseira e teto solar elétricos, faróis de xenônio, disqueteira de seis discos no painel e duas memórias para bancos, retrovisores e volante. O Ford contra-ataca com um sistema multimídia com direito a DVD player, tela sensível ao toque e reconhecimento de voz para operação de áudio, climatização e telefonia celular via Bluetooth.

É nos pequenos detalhes – tão valorizados no segmento de carros de luxo – que o Azera reafirma sua superioridade. Enquanto o concorrente oferece coluna de direção com regulagens manuais, no coreano esses ajustes são feitos eletricamente. E o volante ainda se levanta para facilitar a saída do motorista, reposicionando-se assim que a chave é colocada no contato. Se a vaga na garagem for estreita, aperte um botão e os retrovisores do Azera se rebatem eletricamente, “poupando” preciosos centímetros. No Fusion, eles são fixos. Até o sistema de iluminação do Hyundai é mais nobre: as lanternas são de leds e os faróis, de xenônio, ainda que opcionais. No Ford, as luzes são convencionais na dianteira e na traseira.

Caso a Hyundai continue com sua política de descontos para o Azera, a vida do Fusion será mais dura do que os executivos da Ford imaginam. Será um desafio, inclusive, para o quatro-cilindros 2.5, que custará cerca de 84 000 reais, ou seja, mais do que o Azera V6 completo custa hoje, na prática.


AZERA












Ousadia só na lateral traseira, com uma bela fusão de linhas retas e curvas

DIREÇÃO, FREIO E SUSPENSÃO
O coreano não tem nem a direção elétrica nem a tração 4x4 do Fusion. Ainda assim, é igualmente confortável e estável.


MOTOR E CÂMBIO
Funcionam em sintonia perfeita, dando ao coreano um rodar macio sobre buracos e firme nas curvas.


CARROCERIA
Mais discreto que seu novo concorrente, o Azera tem estilo mais executivo por dentro e por fora.


VIDA A BORDO
Engate a ré: a cortina traseira e os retrovisores se abaixam para auxiliar a manobra. Coisas do Azera topo-de-linha.


SEGURANÇA
Controles de tração e estabilidade, ABS e dez airbags. Em segurança, ambos são exemplares.


SEU BOLSO
Na tabela, as versões de entrada e completa são atraentes. Ao levarmos em conta o preço praticado pelo mercado, o Azera é imbatível. E quando a oferta é boa... convem correr antes que acabe.


FUSION












Colmeia na traseira imita leds. Funil é só para bicos de bombas antigas

DIREÇÃO, FREIO E SUSPENSÃO
Boa notícia para quem se queixava do Fusion atual: com diâmetro de giro menor, o modelo 2010 está bem mais fácil de manobrar.


MOTOR E CÂMBIO
Exigido, o V6 ronca bonito e o câmbio vai na onda, efetuando trocas rápidas. A tração 4x4 e o acerto esportivo deixam a ação dos dispositivos de controle de tração e estabilidade mais evidentes.


CARROCERIA
Com a reestilização, a ideia foi trocar o visual sofisticado e delicado por um robusto e imponente.


VIDA A BORDO
Para quem gosta de tecnologia, este carro é um prato cheio. Diga a temperatura e a rádio desejada e o Fusion te obedece.


SEGURANÇA
Tão seguro quanto o Azera, não há como dar outra nota para o Fusion: cinco estrelas.


SEU BOLSO
Ao assumir o Azera como alvo, a Ford topou uma bela briga. Se sua política de descontos não acompanhar as ações da Hyundai, o Fusion V6 terá problemas.




VEREDICTO

A menos que a Ford siga o exemplo da Hyundai e desenvolva uma estratégia de descontos semelhante, o Fusion encontrará em seu próprio preço o maior obstáculo a sua missão de bater o Azera. Isso vale também (e principalmente) para a futura versão com motor quatro-cilindros 2.5.

Ford lança Ka 2010 a partir de R$ 25 010














A Ford resolveu ampliar a relação custo x benefício oferecida pelo Novo Ka em sua versão 2010. Agora o modelo de entrada da marca americana recebe novos equipamentos de série e novos opcionais.
Primeiramente, o Ka 2010 recebe um novo pacote de itens a partir da versão mais barata, como conta-giros, luz de cortesia com temporizador, desligamento automático dos faróis e luzes.
O Ka 2010 1.0 ainda traz espelho no para-sol do motorista, revestimento em tecido de carpete nas portas e adesivo preto nas colunas B. Agora, essa parte do Ka não fica mais na pura lata como antes.
Essa versão de entrada, passa a custar R$25.510 sugeridos pela Ford. Mesmo assim, pesquisando, o Ka 2010 básico pode sair mais barato. O modelo 1.6 tem novo preço sugerido de R$30.450.

lém disso, o Ka 2010 ainda recebe um novo pacote Pulse com novos itens, como rodas de aço 14”, saídas de ar e painel na cor Satin Grey (cinza) e alavanca de câmbio na cor prata. Duas novas cores metálicas foram incluídas no modelo 2010: azul Noronha e verde Laguna.
Como a maior novidade são os acessórios e uma melhor relação custo x benefício, a Ford resolveu reduzir a diferença de preço de um pacote de equipamentos para outro. Assim, passando-se do pacote Fly para o Pulse, o consumidor pagará apenas R$600.
Essa diferença inclui os itens da versão Pulse, que ainda inclui preparação para som, cintos de segurança traseiros retráteis, itens externos na cor do veículo, entre outros. Ainda assim, o Ka 2010 oferece outros pacotes com mais itens opcionais:
Somma: ar condicionado – R$2.600
Neo: Itens do Fly mais aquecedor, luz auxiliar de freio, vidros elétricos, limpador e lavador traseiro e preparação para som nas portas – R$1.200
Performer: Rodas de liga leve 14” – R$800
Tecno: áudio My Connection, calotas de rodas e painel exclusivo – R$1.200
Segurança: Airbag duplo – R$1.200
Prestige: Itens do Fly mais direção hidráulica e vidros elétricos – R$2.800
Class: Itens do Fly mais direção hidráulica, vidros elétricos e ar condicionado – R$4.900

Fonte: Ford Motors Company

10 de ago de 2009

Comparativo: Idea ELX 1.4 x Livina 1.6 16V x Meriva JOY 1.4

O motivo de o Fit não estar neste comparativo é simples: ele tem design mais para hatch que para minivan, mostra acabamento de nível premium e, principalmente, custa muito caro (a partir de 51 845 reais).
As versões convocadas para o combate, todas de entrada, foram escolhidas em função do que o mercado mais consome. Assim, foram para a pista Idea ELX 1.4, Meriva Joy 1.4 e Livina 1.6 (assim mesmo sem sobrenome). A briga foi boa dentro e fora do asfalto principalmente na análise do conteúdo de série. Mais completa e mais cara, a Livina foi tomada como referencia na hora de equilibrar a balança para que ninguém saísse prejudicado.
Como nenhuma dessas três minivans tem no design sua maior força de atração, elas desenvolverm outras maneiras de conquistar bolsos e garagens do público feminino, sua principal clientela. O charme está na relação custo-beneficio, interior espaçoso, porta-objetos por todos os cantos e conjunto mecânico equilibrado. Qual delas une melhor tudo isso, voce descobre a seguir.



3. MERIVA JOY 1.4



Velha conhecida, a Meriva continua com visual agradável

A cabine da Meriva é agradável, mas basta um olhar mais atento para identificar como qualidades boas e más se misturam. Sem convidados no banco traseiro, os cintos laterais retráteis passam por uma alça elástica que mantém a fivela longe do acabamento plástico das portas, evitando indesejáveis ruídos de bate-bate. Em contrapartida, o encosto é bipartido, mas o assento não. Poderia ser pior? Sim, como na Livina, onde ambos são inteiriços. Mas também dá para ser melhor, como prova a Idea, na qual as duas partes são bipartidas e dotadas de um mecanismo de uso intuitivo que torna fácil e rápido o rebatimento – ponto para a Fiat, afinal estamos falando de minivans, segmento em que modularidade é sempre bem-vinda.

A ausência de acabamento no descanso para o pé, ao lado do pedal da embreagem, é outra “pisada” da GM, com o perdão do trocadilho. Direto no carpete, a região se desgasta rapidamente e logo fica com aspecto judiado – na Livina, a Nissan colocou uma proteção de curvim e a Fiat usou plástico na Idea. Ao operar os comandos do arcondicionado, a moldura apresentava certa folga. Fui a uma concessionária, entrei em outras Meriva e saí de lá com a conclusão de que esse é um outro indesejável “item de série”. Colunas bem acabadas e plásticos de toque suave e de encaixe preciso no painel amenizam os problemas.

Por 43549 reais, a Meriva Joy tem praticamente os mesmos itens que a estreante Livina: ar-condicionado, travas e vidros elétricos e direção assistida. A representante japonesa integra, também de série, o airbag para motorista, mas custa 46690 reais – duas páginas adiante você vai entender melhor o porquê dessa diferença.

Na pista, a Meriva foi melhor que a Idea e pior que a Livina nas provas de aceleração, retomada e velocidade máxima. No entanto, a representante da GM consumiu 4,2% mais combustível em relação à concorrente da Fiat ao rodar na cidade – 6,9 contra 7,2 km/l, respectivamente. Das três minivans avaliadas, é a que apresenta a suspensão com calibragem mais voltada ao conforto.

DIREÇÃO, FREIO E SUSPENSÃO
Com um acerto mais confortável, a suspensão absorve bem as imperfeições do piso e trabalha em silêncio. Leve, a direção hidráulica facilita as manobras.


MOTOR E CÂMBIO
O conjunto não surpreende nem decepciona. Barulhento, levou a Meriva à lanterna em quase todas as medições de ruído interno, mas detonou a Idea nas provas dinâmicas, que também tem motor 1.4 8V.


CARROCERIA
Boa relação entre dimensões externas e espaço para ocupantes e bagagem. No porta-malas, o bom acabamento permite a acomodação de pequenos objetos.


VIDA A BORDO
Tem boas soluções internas, como vidros elétricos um-toque dos dois lados com abertura automática para alívio de pressão e antiesmagamento.


SEGURANÇA
Pacote que inclui ABS e airbag duplo sai por 2 833 reais extras. Alarme é acessório de concessionária.


SEU BOLSO
Tem custo/benefício muito próximo ao da Idea, com quem empata em garantia, de um ano.



2. IDEA ELX 1.4


Rodas aro 15, frisos, maçanetas e espelhos pintados: só a Idea tem

Se há algo em que as três marcas concordam, é sobre o target, o público-alvo, das minivans: mulheres com vida urbana ativa. “Para atendê- las bem é preciso entendê-las bem”, diz Marcelo Gomes, vendedor da concessionária Ventuno, em São Paulo. Apontando para os consoles aéreos, ele afirma em tom bem-humorado: “Parece até que a fábrica andou revirando algumas bolsas de mulher para saber tudo o que elas precisam carregar no dia a dia”. No teto, o porta-trecos central é longo, servindo até quem senta atrás. Inclui ainda um retrovisor suplementar, próprio para a mãe monitorar a bagunça que os filhos fazem no banco traseiro.

E dá para continuar com a Idea mesmo quando eles crescerem um pouco: trata-se do único modelo do comparativo a contar com piso plano e três apoios de cabeça atrás, em formato de vírgula para não atrapalhar a visão quando fora de uso. Adultos sentirão falta de espaço para as pernas – culpa do entre-eixos de 2,51 m, contra 2,63 da Meriva e 2,62 da Livina. Por fora, a Idea também tem armas para conquistar o exigente e detalhista público feminino: maçanetas, frisos laterais e retrovisores são da cor do carro – “cortesia” que as concorrentes não oferecem.

Para disfarçar a pobreza de equipamentos de série mais importantes – o ar-condicionado é pago à parte, por 3916 reais, elevando a conta para 43016 reais –, a minivan da Fiat se apresenta com alguns itens interessantes, como alerta de velocidade, computador de bordo e limpador traseiro indexado ao engate da ré.

Definitivamente, a Idea é um modelo urbano. Estrada serra acima, cinco pessoas, bagagem e ar ligado fazem uma receita indigesta. Melhor é ficar no circuito escola das crianças-escritório-residência. Seu 1.4 8V de 81 cv deve receber, segundo uma fonte ligada à fábrica, a mesma calibragem eletrônica do Punto, com 86 cv. A novidade estrearia nas séries especiais Oro e Platino, ainda no primeiro semestre, de acordo com essa mesma fonte.

Encontrar a melhor posição de dirigir é mais fácil na Idea, que tem regulagem de altura do volante (ausente na Meriva) e do banco do motorista (que a Livina não oferece).

DIREÇÃO, FREIO E SUSPENSÃO
A suspensão de curso longo deixa a carroceria inclinar nas curvas. Macia, nem parece estar apoiada em pneus de perfil baixo, 195/60 aro 15.


MOTOR E CÂMBIO
Humilde, o 1.4 8V não foi econômico o suficiente para justificar o desempenho inferior ao da Meriva. Em compensação, é silencioso.


CARROCERIA
Ainda que compacta por fora (tem o mesmo comprimento de um Polo, 3,93 m), tem bom espaço interno tanto para passageiros como para bagagem.


VIDA A BORDO
A Idea é o modelo que mais respeita o conceito de minivan: tem bancos destacáveis e porta-objetos até no teto, literalmente.


SEGURANÇA
ABS e airbag, só como opcional, por 2947 reais. Neste quesito, leva meia estrela sobre a Meriva por conta dos encostos de cabeça no banco traseiro, corretos na quantidade (três) e no formato (de vírgula).


SEU BOLSO
No preço absoluto, a Idea é a mais barata. Outra vantagem é o vasto pacote de equipamentos, com direito a teto solar.



1. LIVINA 1.6 16V

Na Livina, quem dá show é o motor. O design é conservador

A Livina, com seu desenho comportado e isento de vaidade – marca registrada dos carros da Nissan no Brasil –, está longe de representar uma revolução no segmento, mas é inegável que o projeto mais novo lhe dá vantagem sobre a concorrência. O melhor exemplo está no conjunto mecânico. Seu 1.6 16V é o mesmo de Scénic e Mégane. O direito de utilização de um motor Renault em um produto Nissan é fruto da aliança global entre a marca francesa e a japonesa. Bem orquestrado pelo câmbio manual de cinco marchas, o quatro-cilindros permitiu à Livina dar um banho nas minivans concorrentes nas provas de aceleração, retomada, velocidade máxima, ruído e... consumo! Isso mesmo, além de cumprir todas as provas dinâmicas com considerável vantagem diante de Meriva e Idea, a novidade da Nissan deu um show de eficiência ao consumir menos combustível (veja os resultados do teste na pág. 72). A suspensão segue o padrão japonês de ajuste, ou seja, prioriza a dirigibilidade em detrimento do conforto.

Com 4,18 m de comprimento, a minivan japonesa é 14 cm maior que a Meriva (4,04 m) e 25 cm que a Idea (3,93 m). Ainda assim, é a mais leve das três: 1 159, 1 225 e 1 180 kg, respectivamente. A vantagem da carroceria maior está no porta-malas, com 449 litros – são 390 na Meriva e 380 na Idea.

Além do airbag do motorista, outra exclusividade é o ajuste elétrico dos retrovisores. Se equipamentos de segurança e conforto, porta-malas generoso e motor eficiente não forem o bastante para justificar os 46 690 reais pedidos pela Livina, a Nissan vai além. Oferece garantia total de três anos e apólices de seguro por volta de 1 000 reais, dependendo do perfil do contratante – na concorrência, a garantia é de apenas um ano e o seguro fica em torno de 1 600 reais.

A Livina é o primeiro modelo de passeio produzido na fábrica da Nissan, em São José dos Pinhais (PR), dividindo espaço com a picape Frontier. Ainda este ano, a família crescerá com a chegada da Grand Livina, maior e com espaço para sete pessoas.

DIREÇÃO, FREIO E SUSPENSÃO
Com boa razão de progressividade, a direção elétrica é leve nas manobras e firme sob alta velocidade.


MOTOR E CÂMBIO
O 1.6 16V é o mesmo da Scénic e vive em perfeita harmonia com o câmbio de cinco marchas na Livina, que apesar de maior, é a mais leve das três minivans. Se a superioridade na pista já era esperada, a vitória no consumo foi uma (grata e enorme) surpresa.


CARROCERIA
Vá lá que gosto não se discute, mas será raro encontrar alguém que veja na Livina uma referência em design de minivans. Por dentro, ela é bem mais atraente.


VIDA A BORDO
Pisa na bola ao não oferecer ajustes de altura para o banco do motorista e cintos dianteiros. Mais portaobjetos e alguma modularidade interna seriam bem-vindos.


SEGURANÇA
Apesar de ser apenas para o motorista, há airbag de série na Livina.


SEU BOLSO
No custo/benefício, vitória esmagadora da minivan Nissan. Não “apenas” pelo melhor desempenho com menor consumo, mas também pela garantia de três anos.



VEREDICTO

Se faltou arrojo no design, sobrou capricho na engenharia. Foi assim com Tiida, Sentra e, agora, com a Livina. Cada vez mais a Nissan está se transformando numa marca produtora de modelos que convencem, mas não encantam. Pensando mais com o lado esquerdo do cérebro, o da razão, dá para cravar sem medo: a Livina vale cada real da diferença de preço que existe em relação às suas concorrentes Meriva e Idea.


FONTE: QUATRO RODAS

Chevrolet Argentina divulga as primeiras fotos oficiais do Agile







A Chvrolet Argentina divulgou as primeiras imagens ofiiais do novo Agile, o proximo modelo Chevrolet a ser produzido.
O modelo esta aparecendo totalmente camuflado o Agile devera ser lançado no Brasil no fim de 2009, entre Outubro e dezembro.

6 de ago de 2009

Nissan Sentra flex no Brasil a partir de R$ 55 290













O carro, como já havíamos dito, está nas concessionárias há cerca de 10 dias. Mas só hoje a Nissan oficializou sua vinda ao Brasil. O Sentra flex chegou ao mercado ainda como linha 2009, mas com diferenças em relação ao gasolina.

O motor agora rende 1 cv a mais que antes, tanto com gasolina quanto álcool, mas atinge essa potência 300 rpm abaixo do anterior - o torque é o mesmo. Também funciona com o câmbio CVT, o que desconsidera aquele boato que motor bicombustível não casa com transmissão desse tipo.

A velocidade máxima subiu de 188 km/h para 190 km/h e o 0 a 100 km/h caiu um décimo de segundo - agora é feito em 10,3 segundos - dados da versão SL com CVT. Por falar em versão, o Sentra básico CVT morreu. Agora para ter esse câmbio é preciso optar pelo S (R$ 65 090) ou o top SL (R$ 72 890). Além deles, há o 2.0 S manual por R$ 60 090 e o básico manual, por R$ 55 290 - ambos com câmbio de seis marchas.

Por fora será fácil notar a diferença entre o Sentra a gasolina e o flex: além do emblema Flexfuel azul, o espaço para placa está maior e o nome do carro e da versão está fixado mais acima da tampa do porta-malas.

Menos perceptíveis são os retrovisores rebatíveis manualmente. Acredite, a primeira versão do Sentra tinha retrovisores sem articulação. Imagine parar o carro numa rua apertada e não poder rebater o espelho. Agora o Nissan está igual ao Fiat Mille, por exemplo.














Vamos ver se agora o Sentra reage nas vendas. Com a iminência da crise nos Estados Unidos, a fábrica mexicana parou e o estoque no Brasil acabou logo no começo do ano. Por isso o carro caiu de quase mil emplacamentos para 173 em julho.

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